Chegamos em casa e subimos direto para o quarto. Mal entramos e Victor tirou a bolsa da minha mão jogando-a sobre a poltrona de canto.
Ele me beijou com ansiedade, com a sede de um leão, eu me afastei para respirar, mas as mãos ágeis e os dedos mágicos já tomavam posse do meu corpo. As roupas foram parar no chá em questão de segundos.
Caímos na cama no momento em que Victor tentava tirar as próprias roupas.
Achávamos graça dos nossos arroubos. Eu olhava aquela boca en