Subimos pelo elevador e chegamos na lanchonete do hospital.
— Então, abra o jogo!— eu comecei.
— Eu não podia lhe contar sobre o meu filho!— Rafaella se justificou.
— Como não, se ele não é filho do meu marido!— eu fui ousada.
— Claro que é!— ela insistiu .
Eu me ajeitei na minha cadeira e disse soberba:
— Nada que um exame de DNA não resolva!
Rafaella ficou desesperada e tomou o seu café num só gole.
— Por que Victor não se casou com você? Ele sabe que o fil