A porta se abriu lentamente, e o que vi me deixou sem palavras. À minha frente, estava um homem mais velho, com olhos que me pareciam familiares, mas ao mesmo tempo distantes. Seu rosto estava marcado pelo tempo, mas sua postura era imponente, e sua expressão carregava um misto de curiosidade e preocupação.
— Samuel… — Ele disse, sua voz soando como se estivesse tentando se lembrar de algo. — Eu sabia que esse dia chegaria.
O homem à minha frente não era o meu irmão. Era o pai adotivo dele.