Mundo ficciónIniciar sesiónO salão estava em silêncio, cada olhar preso à mulher de vermelho sentada ao lado do Alfa. A taça de vinho repousava intocada diante dela, o rubro líquido refletindo as chamas das tochas como sangue vivo. Céline mantinha o queixo erguido, os lábios cerrados, e nos olhos havia um brilho indomável — um aviso silencioso para quem ousasse encará-la por muito tempo.
Ela não sorriu quando o Alfa ergueu a taça para brindar. Não curvou a cabeça. Quando as vozes ao redor ergueram um cântico






