Zara Moraes
Existem feridas que marcam o corpo.
E existem aquelas que marcam a mente.
As segundas são sempre mais difíceis de curar.
Porque ninguém consegue vê-las.
Ninguém consegue apontá-las.
Mas elas continuam ali.
Silenciosas.
Persistentes.
Dolorosas.
Naquela semana, comecei a entender que a guerra contra Nikolai Volkov não seria travada apenas com dinheiro, influência ou estratégia.
Ela seria travada dentro da cabeça das pessoas.
E talvez essa fosse sua arma mais perigosa.
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