Mayla caminhava ao meu lado, agora vestida com o couro de fada e a túnica de linho, movendo-se com uma agilidade que Manhattan nunca exigira dela. Ela não reclamava. O olhar dela estava fixo nas paredes de cristal que refletiam mil versões de nós próprios.
— O cristal está a absorver o meu excesso de carga — observou ela, a voz num sussurro técnico. — É um sistema de dissipação natural. Se eu tocar na veia principal, posso amplificar o sinal?
— Se o fizeres, acordas o que vive aqui em baixo