Ponto de vista de Mayla
Eu não queria mais "sentir". Sentir era para amadores. Eu queria mecanismos.
— Outra vez — ordenei. Minha voz saiu rasgada, mas eu não me importava.
O Sol de Éterea não era como o de Nova York; ele não apenas iluminava, ele pesava. Eu estava tentando tratar a magia como se fosse uma linguagem de programação. Se eu fizer o gesto X, recebo o resultado Y. Mas o resultado Y era sempre uma faísca pífia que morria antes de atingir o alvo.
Abner estava parado à minha