Capítulo 74
Segunda-feira, 6h45 da manhã.
O despertador tocou, mas Alana demorou mais do que o habitual para abrir os olhos. Quando finalmente o fez, sentiu as pálpebras pesadas, como se o corpo estivesse lutando contra a ideia de levantar.
Arrastou-se até o banheiro, lavou o rosto com água fria e se encarou no espelho: olheiras profundas, pele pálida, expressão abatida. Suspirou fundo e, mesmo sem disposição, vestiu a calça social preta, uma camisa branca e prendeu os cabelos num coque simples