O silêncio da cidade destruída era estranho.
Não era o silêncio natural da madrugada, nem o silêncio confortável de um quarto vazio. Era um silêncio pesado, quebrado apenas pelo estalar ocasional de metal se ajustando entre os escombros e pelo vento que atravessava as ruas vazias.
Haruki caminhava devagar.
O capuz cobria parte de seus cabelos vibrantes, e a máscara escondia sua respiração. Mesmo assim, pequenas ondas quase invisíveis ainda se espalhavam ao redor dele a cada passo.
Ele já sabia