O chão vibrou novamente.
Desta vez, Haruki teve certeza de que não era imaginação.
Ele permaneceu imóvel no meio da rua destruída, os olhos atentos enquanto a poeira fina sobre o asfalto tremia em pequenas ondas circulares.
Algo estava se movendo.
Algo pesado.
Algo vivo.
Os passos eram lentos, mas cada impacto contra o solo carregava uma densidade que o corpo de Haruki conseguia sentir antes mesmo de ouvir.
Tum.
A vibração viajou pelo concreto.
Tum.
Vidros partidos próximos tremeram.
Haruki ins