O mundo parecia demasiado silencioso.
Haruki caminhava à frente, os passos firmes, mas calculados. Cada movimento era pensado, cada respiração controlada. Ao seu lado, ligeiramente atrás, Aika acompanhava-o, tentando manter o ritmo, embora os seus passos fossem mais curtos.
As ruas estavam vazias.
Não havia vento suficiente para mover objetos, nem vozes, nem sinais de vida. Apenas estruturas abandonadas, carros parados em posições caóticas, vitrines quebradas e portas entreabertas que rangiam o