O dia começou como qualquer outro. O céu, límpido e azul, não dava qualquer indício de que algo estava prestes a rasgar a realidade. Mas, às 9h03 da manhã, horário de Tóquio, a normalidade se desfez em silêncio.
No centro da sala de conferências do Ministério de Defesa, uma luz se condensou do nada. Flutuava, pulsante, como se respirasse. Os oficiais levantaram-se, armas em punho, mas o brilho não recuou. Em segundos, o clarão se expandiu, formando uma tela translúcida suspensa no ar. Nenhum pr