-Você tem falado com Dene?
-Não, estive ocupado demais com a propaganda. Provavelmente estava ajudando papai com os pedidos, quando nossa propaganda estourou.
Ele fala sorrindo.
-Por que? A senhorita tem algum interesse?
-Bom quem sabe.
Digo o encarando.
-Falando assim parece até que a senhorita tem realmente coragem.
-Acho esta história muito estranha, já que não posso saber o que houve pelo o senhor, quem sabe tornando-me amiga do seu irmão, eu não descubra!
-A senhorita é curiosa.
-Só um pouco.
-Pretendo conhecer o terreno que estou pisando, para saber se é seguro.
-Esperta a senhorita.
-Digamos que sou apenas prevenida.
Ele sorri levantando-se de onde está, sentando no sofá a meu lado.
-E como a senhorita ia se prevenir caso eu chegasse perto o bastante para beijá-la?
Ele fala me encarando, perto o suficiente para eu sentir eletricidade quando seu braço toca delicadamente o meu, e a sua respiração em meu rosto, deixando-me estonteante com o seu hálito de hortelã. Ou,