Alice Kim
— Sai do meu quarto.
Minha voz saiu quebrada, uma ordem que soou mais como um convite.
Ele não se moveu.
Em vez disso, fechou a porta devagar, com um clique suave do trinco.
E então me encarou.
A luz do abajur pintava o contorno do corpo dele em tons quentes, mas os olhos... escuros. Famintos.
— Me manda de verdade. — Ele avançou, a voz um rugido baixo, áspero de desejo. — Grita. Me b**e. Me xinga. Mas me manda de verdade, Alice.
Meu peito apertou.
Ele estava muito perto.
O cheiro dele