Dois dias depois, Samantha abriu os olhos.
A claridade do hospital fez seus cílios tremerem e ela piscou algumas vezes até que sua visão se ajustasse. Sua cabeça latejava, uma dor surda pulsava em suas têmporas, mas o primeiro rosto que viu foi o de Jacob, sentado ao lado da cama.
— Jacob… — sua voz saiu rouca, trêmula, como se carregasse um peso invisível.
Ele se endireitou na cadeira, o olhar fixo nela, um misto de alívio e tensão estampado em sua expressão. Sophie, que também estava no quarto