A Catedral de Londres estava deslumbrante. O teto alto e imponente, os vitrais coloridos refletindo a luz dourada do fim da tarde e o tapete branco, impecavelmente estendido até o altar, criavam um cenário digno de um conto de fadas.
Para Jacob Lancaster, aquilo não passava de uma terrível encenação. Um espetáculo, perfeitamente orquestrado, onde ele era o protagonista de uma história que não foi escrita por ele, porém, estava ali, parado diante do altar, vestindo um smoking preto sob medida da