O sol ainda nem havia nascido quando Luna sentiu a primeira contração.
Não foi abrupta. Não foi violenta. Foi um aperto quente no ventre, uma onda serena e profunda, era seu próprio corpo dizendo que havia chegado o momento.
Ela estava na varanda, enrolada na manta que Jacob havia deixado sobre seus ombros antes de ir preparar o café. A xícara ainda fumegava ao lado e o céu começava a se tingir de um azul tímido, quase transparente.
Quando a segunda contração veio, ela pousou a mão na barriga.