Na varanda coberta, envolta pelo cheiro adocicado das flores do jardim e pela brisa morna da noite, Mia estava sentada em uma cadeira de balanço, abanando-se com um guardanapo dobrado de forma desajeitada. Seus olhos brilhavam mais do que o normal, seus ombros estavam tensos, como se algo estivesse prestes a transbordar.
Luna se aproximou em silêncio, ainda com o sorriso da festa no rosto, mas o olhar atento.
— Mia? — chamou com carinho, sentando-se ao lado. — O que foi?
Mia fungou, dramaticame