O céu estava encoberto por nuvens cinzentas, o vento carregava uma melancolia antiga. Era uma manhã que combinava com a alma de Jacob.
Ele dirigia em silêncio pelas ruas estreitas que levavam ao cemitério. As mãos firmes no volante não escondiam o tremor sutil dos dedos. Ao seu lado, Luna mantinha o olhar silencioso voltado para ele, respeitando o peso daquele momento.
Quando o portão do cemitério apareceu à frente, Jacob reduziu a velocidade e estacionou com cuidado. Respirou fundo, mantendo o