O hospital parecia calmo à primeira vista. As luzes fluorescentes acesas, o som rotineiro de monitores e conversas abafadas ecoando pelos corredores, os enfermeiros caminhando com suas pranchetas em mãos. Para quem observava de fora, era só mais uma noite comum.
Aquela calmaria estava prestes a acabar porque Samantha estava ali. Ela traria o caos.
Escondida sob o capuz preto de um casaco que não usava há anos, sentada em um banco de espera no térreo do hospital, misturada entre os visitantes c