O hospital estava silencioso naquele final de tarde, mas dentro do coração de Luna, havia uma tempestade. Suas mãos estavam frias, os dedos levemente trêmulos enquanto caminhava ao lado de Mia e Valentina pelos corredores brancos e inflexíveis daquele prédio. Cada passo ecoava com um peso invisível, como se as paredes soubessem o que estava por vir.
O ar parecia denso demais, carregado de algo que ela não conseguia nomear, apenas doía. Uma angústia surda, uma dor crescente que apertava seu pei