A van preta se aproximava do portão da casa. A fachada familiar, com o jardim impecavelmente cuidado e o balanço dos pequenos no quintal, parecia sorrir para Jacob e Luna como uma velha amiga. O sol da tarde aquecia o ar com suavidade e o céu azul deixava tudo mais vívido, mais reconfortante.
Luna apertou a mão de Jacob com força.
— Lar… doce lar.
— Com filhos de plantão, gritos, brinquedos no chão, talvez até alguma parede rabiscada — ele riu, beijando os dedos dela. — Nunca imaginei que senti