O silêncio da floresta era pesado.
O vento não soprava; ele vigiava.
Serena sentiu o primeiro arrepio na nuca antes mesmo de ouvir qualquer som. Algo estava fora do lugar.
Ela caminhava ao lado de Maeve com passos tranquilos, mas o corpo não acompanhava a calma aparente. O instinto pulsava sob a pele, atento, inquieto, como se a floresta tivesse prendido a respiração à espera de um erro.
Foi então que ela viu.
Antes mesmo de ouvir.
Os olhos lupinos de Serena captaram o movimento entre os arbu