A floresta era um borrão de prata e sombras sob as patas de Sia.
Alguém à perseguia pela floresta escura.
Ela não pensava. Pensar era humano e lento demais para o que precisava agora. Serena estava afundada no fundo da consciência, deixando que o instinto assumisse o controle. O solo úmido cedia sob as garras, o impacto subindo pelos ombros, os pulmões queimando a cada fôlego puxado à força.
Mas o medo...
O medo era um rastro frio que ela não conseguia despistar.
Sia saltou sobre um tronco caí