Os dias após a lua-de-mel passaram suaves, como se Riverwood tivesse prendido a respiração só para acompanhar o novo casal. Jackson e Serena se tornaram parte da paisagem e, ao mesmo tempo, o comentário favorito da cidade.
— Não aguento mais esse povo fofoqueiro falando da gente! — Jackson resmungou.
Não importava onde fossem, havia sempre um olhar curioso, um cochicho, um sorriso especulativo. Serena já era lenda antes mesmo de perceber.
— Eu não me importo, amor. Fica tranquilo, deixa eles falarem. O que importa é estarmos juntos — ela disse, dando de ombros.
Caminhavam pela rua principal de mãos dadas, o passo sincronizado como se já nascessem sabendo um do outro. O povo via romance; eles sentiam pacto. E assim, sem querer, eram o assunto de todas as conversas — da barbearia ao banco da praça.
Serena suspirou, o ar leve, quase brincalhão.
— Jackson… estive pensando em uma coisa.
— Hum? — ele respondeu, apertando de leve os dedos dela.
— Quero abrir um café aqui em Riverwood. Mas nã