“Há dores que não pedem descanso — exigem movimento.”
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A dor me acorda antes do medo. Ela não chega de uma vez — vem em ondas, em camadas profundas, ocupando cada centímetro do meu corpo como um aviso cruel de que fui desmontado e costurado de volta à força. Lateja. Queima. Puxa. Cada respiração cobra um preço alto demais, como se os pontos no meu peito lembrassem, a cada segundo, que eu quase não voltei. Mas há algo diferente desta vez. Não é só sobrevivência. É urgência.
Há um peso novo no