A brisa que soprava pelas colinas era morna e doce, acariciando a vila como um sussurro de tempos antigos. Os telhados de pedra refletiam o dourado do entardecer, e as ruas estavam repletas de risos infantis e passos tranquilos. Pela primeira vez em muito tempo, não havia correria, gritos ou sinais de batalha. Era uma tarde de calmaria. E o coração de Ângela finalmente respirava em paz.
Ela caminhava pelo jardim que crescia ao redor da casa construída com as mãos dos Alfas e do povo unido. Rosa