O quarto do hotel era silencioso.
Alto, sofisticado, com vista para uma Zurique impecável lá fora.
Mas, ali dentro, nada estava em ordem.
Gael estava sentado na ponta da cama, os cotovelos apoiados nos joelhos, o olhar perdido no chão.
As mãos ainda tremiam levemente.
Mas o suficiente.
Alina estava parada a alguns passos de distância, observando.
Sem saber exatamente como se aproximar.
E aquilo era novo.
Ela sempre soube o que fazer.
Sempre teve resposta.
Mas com ele, não.
— Você pode sentar —