No lugar veio a fúria.
Para ele a invasão dela era a admissão da culpa.
Arthur avançou como um trem desgovernado.
- Arthur... - Elena começou, recuando.
Ele não permitiu a fala. Não permitiu explicação. Ele não estava ali para ouvir defesas.
Ele a agarrou pelos dois braços com força. A empurrando para trás.
Elena bateu as costas na quina da mesa.
Arthur a prensou contra a madeira, usando o corpo como uma parede. A mão direita dele agarrou os pulsos de Elena com uma única pegada.
O apert