A chave de fenda escorregou. Arthur praguejou baixinho.
Ele sentou nos calcanhares, o suor pingando da ponta do nariz e manchando o manual de instruções jogado no chão.
- Não foge, Leo. Eu... eu tô quase encaixando a curva da pista.
Atrás do encosto do sofá, os olhos da criança espiaram a bagunça na sala.
- O moço quebrou a roda vermelha, tia Emma. - O menino sussurrou, encolhendo os ombros dentro do pijama.
Arthur engoliu em seco. Ele largou a peça.
- Eu não quebrei. - O bilionário olhou para