Capítulo 143

A chave de fenda escorregou. Arthur praguejou baixinho.

Ele sentou nos calcanhares, o suor pingando da ponta do nariz e manchando o manual de instruções jogado no chão.

- Não foge, Leo. Eu... eu tô quase encaixando a curva da pista.

Atrás do encosto do sofá, os olhos da criança espiaram a bagunça na sala.

- O moço quebrou a roda vermelha, tia Emma. - O menino sussurrou, encolhendo os ombros dentro do pijama.

Arthur engoliu em seco. Ele largou a peça.

- Eu não quebrei. - O bilionário olhou para
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