Ponto de vista: Pamela
O escritório estava do mesmo jeito que eu tinha deixado — plantas na estante, projetos na mesa, uma xícara de café frio esquecida ao lado do computador. O cheiro de papel e esperança. Meu lugar. Meu refúgio.
Marina levantou a cabeça da tela do computador quando entrei. Os olhos dela se arregalaram. O cabelo rosa estava bagunçado, a camiseta amassada — ela devia ter dormido no escritório de novo.
— CHEFE! — Ela pulou da cadeira e correu para me abraçar. — Meu Deus, você es