O silêncio da madrugada foi quebrado por batidas urgentes na porta do quarto de Álvaro.
— Senhor conde… — a voz de Doralice vinha abafada, mas alarmada. — Acorde, por favor. É a senhorita Maria Clara.
Álvaro sentou-se na cama num sobressalto.
— O que houve? — Perguntou, mas já se trocando.
— Ela está queimando em febre.
Ele não esperou mais nada, e saiu para o corredor ainda abotoando a camisa. Ao entrar no quarto de Maria Clara, a encontrou agitada na cama, o rosto ruborizado, os cabelos gruda