Ele afastou o pensamento imediatamente, respirando fundo.
— Doralice — disse, retomando o controle —, ajude-a, por favor.
A governanta se aproximou com rapidez.
— Claro, senhor conde.
Álvaro hesitou por um segundo, ainda diante da penteadeira. Depois, virou-se para as crianças.
— Venham comigo — pediu, a voz baixa, mas segura. — A tia Clara precisa descansar agora.
Helena e Thomas o seguiram em silêncio, mas sem tirar os olhos de sua querida babá. Antes de sair, Maria Clara ergueu o olhar na di