A pequena igreja estava adornada com flores claras e delicadas. Nada excessivo, nada grandioso, apenas elegância simples, exatamente como Sílvia desejava.
Ramos de rosas brancas e folhagens suaves decoravam o corredor central. A luz da tarde atravessava os vitrais coloridos, criando reflexos suaves sobre os bancos de madeira.
Os convidados conversavam em voz baixa, aguardando o início da cerimônia.
Perto do altar, Marcelo aguardava. Ele tentava parecer tranquilo, mas suas mãos entrelaçadas reve