ROSÁLIA DUARTE
Celso me pegou pela mão e me guiou até o banheiro do meu quarto.
O espaço era pequeno, nada comparado ao spa da cobertura dele, mas isso tornava tudo mais íntimo. Liguei o chuveiro, deixando a água quente criar vapor no box de vidro.
— Entra — ele disse, começando a tirar a própria roupa. — Eu já vou.
Entrei no box. A água quente atingiu meus ombros, lavando a tensão do dia, o estresse da briga, o cheiro de escritório. Fechei os olhos, inclinando a cabeça para trás, sentind