ETHAN PETTERSON
Cristina estava me ignorando.
Cada ação dela, cada palavra, cada olhar desinteressado, era uma punição. Cristina havia entrado no restaurante comigo, usando aquele vestido verde colado ao corpo, o cabelo solto e o perfume inconfundível. Ainda assim, não me olhou de verdade nem uma vez.
Ela falava com Rosália. Sorria com Rosália. Fazia piadinhas com o garçom, com o cardápio, com o vinho. Comigo? Um sorriso forçadamente educado e respostas curtas.
Beleza. Então era assim que e