ETHAN PETTERSON
DOIS MESES DEPOIS...
Os meus dias eram preenchidos de uma paz que eu jamais imaginei ser merecedor.
O tempo na Mansão Petterson havia assumido um ritmo diferente, ditado não pelos índices da bolsa de valores ou pelas crises internacionais, mas pelo crescimento exponencial da barriga da minha esposa. Cristina estava agora no oitavo mês. Ela não apenas caminhava, ela desfilava por aí de uma forma que me deixava, simultaneamente, apavorado e maravilhado.
Eu estava terminando de dar