CRISTINA SANTIAGO
A porta do escritório de Ethan se fechando no andar de baixo foi o sinal verde que eu esperava.
Sentei-me na poltrona do quarto, com as pernas encolhidas sob mim, e abri o notebook que Rosália havia "contrabandeado" para mim em meio às sacolas de roupas de bebê. Era o meu laptop pessoal, que Rosália guardou a sete chaves.
A tela acendeu, conectei-me ao Wi-Fi da mansão, abri o navegador e fui direto para o meu e-mail pessoal.
Havia dezenas de mensagens não lidas. Propagandas, s