Acordo no meio da noite com a boca seca e a bexiga reclamando.
A primeira coisa que vejo é Nathan dormindo desconfortavelmente na poltrona ao lado da cama, com a cabeça apoiada na mão e o corpo todo torto.
Ele vai acordar com dores horríveis.
Tento me mexer devagar para não acordá-lo, mas os monitores emitem um bip e ele abre os olhos imediatamente, alerta.
— Ann? — pergunta, se endireitando num pulo. — O que foi? Está sentindo algo? Dor?
— Calma, meu amor — sussurro, tocando seu braço. —