Acordei com o calor do corpo de Michel atrás de mim. Seu braço estava firme ao redor da minha cintura, o rosto enterrado no meu pescoço. O sol entrava suavemente pelas cortinas brancas, iluminando o quarto enorme. Por alguns segundos, fiquei parada, sentindo o ritmo calmo da respiração dele contra minha pele.
— Bom dia, minha linda. — murmurou ele, a voz rouca de sono, apertando-me mais contra si.
Virei-me devagar e encontrei seus olhos escuros me olhando com tanta ternura que meu coração ape