Meu pai...
Acordei com o som suave de Michel se movendo pelo quarto. Ele estava vestido de forma casual, mas elegante: camisa branca de linho com as mangas dobradas e calça escura. Sorriu ao me ver acordada.
— Bom dia, minha linda. Levanta. Quero te levar pra um lugar.
— Agora? — perguntei, ainda sonolenta.
— Sim. É uma surpresa. Confia em mim?
Uma hora depois, estávamos no carro. Michel dirigia com uma mão na minha coxa, o polegar fazendo carinho. Quando entramos numa pista particular de pouso, arreg