O ar estava perfumado com rosas e o cheiro sutil do mar. Ele me olhava como se eu fosse a única coisa que existia no mundo. Michel se aproximou devagar, tirando a camisa branca pelos ombros. Seu peito definido movia-se com a respiração profunda. Ele me pegou pela cintura e me puxou contra si, beijando-me com uma intensidade contida, mas ardente. Seus lábios eram quentes, macios, e sua língua deslizava contra a minha com uma lentidão que fazia meu corpo inteiro formigar.
— Eu te quero tanto… — m