Acordamos abraçados, com o sol de Veneza entrando pela varanda e pintando o quarto de tons dourados. Michel beijou meu ombro nu, demorando-se ali, como se quisesse gravar meu cheiro na memória.
— Bom dia, meu amor — murmurou ele contra minha pele. — Hoje eu quero te mostrar minha Veneza. Não como turista… mas como alguém que quer criar memórias com você.
Tomamos café na varanda, com croissants quentes, suco de laranja fresco e o Grande Canal como cenário. Depois, Michel me levou pela cidade a