Mundo ficciónIniciar sesiónBalanço a adaga entre meus dedos, deixando o metal girar com precisão entre cada articulação, como uma extensão natural do meu próprio corpo. Enquanto recupero o fôlego, mantenho meu olhar fixo na árvore à minha frente, que já está cheia de facas atiradas por mim. A maioria acertando o centro do tronco.
“Você devia ter se despedido dela,” Soren declara em minha mente.
Esfrego a palma da minha mão na minha testa, tirando o suor que insiste em escorrer para os meus olhos. Estou ensopado e nenhum pouco cansado.
“Eu devia ter feito muitas coisas na vida,” respondo com um tom áspero, arrastado pela fadiga emocional, não pela física. “Não será essa que vai me matar de ar







