O tapete de palha ainda nem tinha sido recolhido quando Charlotte foi coroada oficialmente Dama da Lama.
Recebeu a faixa, o porquinho costelinha com laço rosa nos braços e — o prêmio mais desejado — um beijo de Bento, bem no meio da testa, que arrancou suspiros da plateia.
Todo mundo aplaudia, gritava, jogava pétalas de flor e pipoca pro alto, numa mistura de festa de igreja com rodeio.
Mas do canto… surgiu ela.
Clemilda.
Possessa.
Chorando, bufando, tremendo os cílios postiços.
— Como podem pe