O domingo amanheceu claro e promissor. Como não havia nenhum paciente hospedado na clínica, Clara se permitiu ficar um pouco mais na cama, enrolada nos lençóis, ouvindo apenas o canto distante dos pássaros e o barulho suave do vento batendo nas janelas.
A porta se abriu devagar, sem fazer barulho. A cabeça de Katiany surgiu pela fresta, os olhos tímidos, mas atentos. Assim que Clara a viu, colocou a coberta de lado e deu leves batidinhas no colchão ao seu lado. A menina correu até a c