ROBERTO WHITMORE DE FRENTE COM VINCENT BLACKWOOD
O restaurante não era o Noma, onde o Vincent tinha mesa cativa e o garçom o chamava pelo sobrenome. Também não era um boteco de esquina com cadeira de plástico que faria os dois parecerem fantasiados.
Era um lugar neutro no Itaim. Luz amarela indireta, toalha de pano grosso na mesa, barulho de taça de cristal batendo e som de conversa abafada no fundo.
Meu pai tava sentado do lado oposto da mesa. O monitor eletrônico preto escondido debaixo do