Assim que ambos se afastaram o suficiente do quarto de Anaïs, Rodrigo segurou suavemente o pulso de Lua, impedindo que ela entrasse em seu quarto, e disse:
— Não, Lua… ainda não. Antes precisamos conversar, vem comigo.
Ele não a levou nem para a biblioteca, nem para o escritório. Levou-a para o seu próprio quarto. Ao entrarem, segurou a mão dela, guiou-a até a cama e a fez sentar.
— Já chega, Lua. A verdade precisa vir à tona. Anaïs já sabe sobre nós… e agora é hora de ela conhecer a verdade so