A porta do quarto estremeceu ao ser empurrada com violência contida. Lua adentrou, respiração acelerada, enquanto Pietro a seguia com passos que ecoavam no silêncio pesado. Seus dedos se apertavam em punhos, como se tentasse conter a tempestade dentro de si o olhar de lua era suplice, o de Pietro porém era frio e determinado e antes que ela falasse ele voltou a falar o que disse na empresa:
— Você me humilhou. Na frente de todos Lua, se deixou beijar por aquele idiota, como uma… uma… — a voz