Fernando
Abri os botões do uniforme dela com urgência, tomado pela pressa do que pela forma correta de abrir, sentindo o tecido ceder sob os meus dedos. O ar entre nós ficou mais denso, eu sentia Lizandra arfar e isso me deixava ainda mais duro. Inclinei-me sobre ela, minha boca buscou a dela com mais necessidade, depois fui descendo os lábios pelo seu colo e seios num rastro de beijos.
Ela arqueou seus lindos seios em minha direção ainda cobertos pelo sutiã delicado, mas eu estava prestes a arrancá-lo. Beijei seus seios sob a renda delicada, enquanto sentia suas mãos nos meus cabelos, se enroscando nos fios com força. Foi então que seus lábios roçaram a minha orelha, a voz dela saiu baixa, como se fosse um segredo que seria compartilhado com a noite.
— Fernando… eu preciso te dizer uma coisa.
Estava tão entorpecido de desejo que não conseguia levantar o rosto, apenas beijar cada vez mais seu corpo que me deixava louco. Ela tentou dizer algo novamente, mas eu a interrompi com mais bei